A fogueira da Vila de Lindóia inicia sua história no assentamento ipóra no dia 06 de janeiro de 1992, onde foi organizada pelos moradores chamados José Aguimenom Marinho de Carvalho ( já falecido), Francisco de Carvalho Pereira conhecido como Assis e seus filhos Aldevandro de Carvalho e Aldejânio de Carvalho e o senhor Antonio Felício.
Neste ano a fogueira foi construída com seis metros de altura apesar de muitos esforços estes bravos homens tiveram ajuda na época do senhor Lauis Castelo, prefeito do município do Rio Preto da Erva. Também falecido.
Os anos foram se passando como esta idéia deu certo estes moradores continuaram fazendo a fogueira já com a ajuda do senhor Magalhães e o patrocínio do senhor Adail Paz prefeito na época do município de Rio Preto da Erva. Isso ainda no assentamento do Ipóra.
Com o passar dos anos, a família do senhor Assis e do senhor Magalhães passaram a serem moradores da comunidade de Vila de Lindóia e se uniram ao festival Folclórico, ou seja, firmaram parceria com a Escola Ivo Amazonense de Moura. Que é responsável pela realização do Festival Junino.
Em 2004 com ajuda de colaboradores o festival junino passou a ter no seu festejo a construção da primeira fogueira da Vila de Lindóia com 10 metros de altura. No ano de 2009 a fogueira foi de 17 metros.
Atualmente o festival folclórico de Lindóia é realizado juntamente com o festival da fogueira, onde é utilizado restos de madeiras certificadas, há uma preocupação em cuidar do meio ambiente onde a comunidade está inserida.
Neste ano a fogueira foi construída com seis metros de altura apesar de muitos esforços estes bravos homens tiveram ajuda na época do senhor Lauis Castelo, prefeito do município do Rio Preto da Erva. Também falecido.
Os anos foram se passando como esta idéia deu certo estes moradores continuaram fazendo a fogueira já com a ajuda do senhor Magalhães e o patrocínio do senhor Adail Paz prefeito na época do município de Rio Preto da Erva. Isso ainda no assentamento do Ipóra.
Com o passar dos anos, a família do senhor Assis e do senhor Magalhães passaram a serem moradores da comunidade de Vila de Lindóia e se uniram ao festival Folclórico, ou seja, firmaram parceria com a Escola Ivo Amazonense de Moura. Que é responsável pela realização do Festival Junino.
Em 2004 com ajuda de colaboradores o festival junino passou a ter no seu festejo a construção da primeira fogueira da Vila de Lindóia com 10 metros de altura. No ano de 2009 a fogueira foi de 17 metros.
Atualmente o festival folclórico de Lindóia é realizado juntamente com o festival da fogueira, onde é utilizado restos de madeiras certificadas, há uma preocupação em cuidar do meio ambiente onde a comunidade está inserida.
Em 2009 a comunidade recebeu os visitantes que prestigiaram a brilhante festa realizada com muita alegria comemorando o 7º Festival Folclórico e a 6ª Festa da Fogueira de Lindoia.
O material utilizado na construção da fogueira: é derivado de madeiras descartáveis (refugo) com licença ambienta.
DOCUMENTÁRIO
A comunidade de Lindóia desenvolveu-se à margem direita do Rio Urubu. Os primeiros moradores viviam da caça e da pesca que na região era abundante, atualmente com o crescimento da população e o aumento da caça e pesca predatória houve uma diminuição enorme sobre esses animais.
Com a diminuição da fonte de alimento os ribeirinhos migraram para a comunidade em busca de melhores dias, o que trouxe pobreza e miséria para muitos, pois a ajuda do governo não é suficiente para suprir as necessidades dos moradores da comunidade que dependem do assistencialismos governamental..
Com a chegada da “urbanização” vieram também as doenças, pois algumas pessoas passaram a jogar o lixo nos igarapés, somado a isso veio a malária que provocou pânico na comunidade.
As moradias eram construídas próximas aos igarapés. O crescimento da comunidade baseou-se em um projeto da Emater-Am com a plantação de seringueiras para a extração do látex ( que fracassou) o solo não fértil para o cultivo de seringa e como sempre os projetos do governo sem a preocupação da correção do solo para que o projeto obtiver-se sucesso. Hoje restam cinco seringueiras fazendo parte da história da comunidade.
ESTAMOS AINDA CONSTRUINDO ESTA PAGINA.
A comunidade de Lindóia desenvolveu-se à margem direita do Rio Urubu. Os primeiros moradores viviam da caça e da pesca que na região era abundante, atualmente com o crescimento da população e o aumento da caça e pesca predatória houve uma diminuição enorme sobre esses animais.
Com a diminuição da fonte de alimento os ribeirinhos migraram para a comunidade em busca de melhores dias, o que trouxe pobreza e miséria para muitos, pois a ajuda do governo não é suficiente para suprir as necessidades dos moradores da comunidade que dependem do assistencialismos governamental..
Com a chegada da “urbanização” vieram também as doenças, pois algumas pessoas passaram a jogar o lixo nos igarapés, somado a isso veio a malária que provocou pânico na comunidade.
As moradias eram construídas próximas aos igarapés. O crescimento da comunidade baseou-se em um projeto da Emater-Am com a plantação de seringueiras para a extração do látex ( que fracassou) o solo não fértil para o cultivo de seringa e como sempre os projetos do governo sem a preocupação da correção do solo para que o projeto obtiver-se sucesso. Hoje restam cinco seringueiras fazendo parte da história da comunidade.
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